O comportamento do seu filho pode ser o reflexo do que você está vivendo em silêncio dentro de casa.
Quando a mãe encontra um espaço de acolhimento, compreensão e cuidado para si, a forma de lidar com o filho muda, o ambiente familiar se transforma e a infância pode ser vivida com mais segurança emocional.
Tudo o que você não quer que seu filho carregue precisa, primeiro, ser cuidado em você. É impossível não transmitir quem você é — e também é impossível oferecer ao seu filho aquilo que, hoje, está em falta dentro de você.
Os filhos absorvem muito mais o que vivenciam no ambiente da casa do que aquilo que escutam em palavras. Por isso, muitas vezes, o comportamento da criança não é a causa do problema — é um reflexo do que está acontecendo ao redor dela.
E é aqui que o cuidado muda de direção.
Quando a mãe encontra um espaço de acolhimento, compreensão e cuidado para si, ela transforma a forma como vive a maternidade, muda a dinâmica familiar e cria um ambiente emocionalmente mais seguro para o filho crescer.
Um espaço de escuta, acolhimento e construção de novas formas de lidar com a maternidade.
Intervenção clínica voltada para o desenvolvimento emocional saudável em todas as fases.
Para crianças, adolescentes e adultos que precisam de clareza sobre seu funcionamento cognitivo e emocional.
A psicoterapia não trabalha apenas o que aparece. Ela vai à origem.
Identificar padrões, perceber a culpa, a sobrecarga e os pensamentos automáticos que moldam as reações do dia a dia.
Entender crenças, comportamentos e emoções. Psicoeducação para dar clareza prática às situações que antes pareciam sem saída.
Construir novas formas de responder, melhorar o manejo emocional e transformar a relação com o filho — e consigo mesma.
Sou psicóloga e minha prática clínica é baseada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e nas Terapias Contextuais, abordagens fundamentadas em evidências científicas que integram pensamento, emoção, comportamento e contexto de vida.
Atuo com foco em mães, crianças, adolescentes e famílias, utilizando a orientação parental como parte essencial do cuidado emocional infantil e da dinâmica familiar.
Minha escuta clínica considera não apenas o indivíduo, mas o ambiente em que ele vive — porque é nele que as relações se constroem e os padrões se repetem.
Além da prática clínica em psicoterapia, realizo avaliação neuropsicológica com foco na compreensão do funcionamento cognitivo, emocional e comportamental.
Paralelamente, desenvolvo palestras em escolas e instituições sobre desenvolvimento emocional infantojuvenil, o papel da família na formação de valores e comportamentos, saúde mental, maternidade e apego seguro.
Relatos reais de pacientes, compartilhados de forma anônima para preservar o sigilo terapêutico.
Sim. A psicoterapia não é apenas para diagnósticos — é para qualquer pessoa que queira compreender e cuidar do que está vivendo.
Sessões individuais de 50 minutos, com frequência geralmente semanal.
A mãe é a principal referência emocional da criança. Quando ela está sobrecarregada, ansiosa ou reativa, esse estado impacta diretamente o ambiente da casa e a relação com o filho. Cuidar da saúde emocional da mãe não é egoísmo — é uma das formas mais poderosas de cuidar do filho também.
Online para todo o Brasil e presencial em Belo Horizonte.
Sim. É uma abordagem amplamente validada pela ciência para todas as faixas etárias.
Não. Pode ser realizada com crianças, adolescentes e adultos.
Você pode entrar em contato pelo WhatsApp ou Instagram. Conversamos sobre suas necessidades e agendamos uma sessão inicial.
Crianças são como esponjas. Elas absorvem o clima da casa, os padrões, as tensões, os silêncios e as sobrecargas que muitas vezes a mãe carrega sozinha.
Por isso, muitas vezes, o que aparece como "mau comportamento", irritação, desregulação emocional ou dificuldade na criança não é a causa do problema — é um sintoma do que está acontecendo ao redor dela.
Fazer terapia com a criança ou com o adolescente ajuda? Ajuda, e muito. Mas quando a mãe também encontra um espaço de cuidado para si, o impacto é muito mais profundo.
Porque ao se compreender, se fortalecer emocionalmente e aprender novas formas de lidar com as situações do dia a dia, ela transforma o ambiente onde esse filho está crescendo.
É por isso que, no meu trabalho, o cuidado com a mãe não é um complemento. É parte essencial do processo.
O primeiro passo não é mudar seu filho. É ser acolhida.